Primeiro show da Vingança de Jennifer (‘:

tempo
estrelaritmicamarela:

Artista: Leonilson 
Exposição: Sob o Peso dos meus Amores
Obra: Leo não consegue mudar o mundo, 1989

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estrelaritmicamarela:

Artista: Leonilson 

Exposição: Sob o Peso dos meus Amores

Obra: Leo não consegue mudar o mundo, 1989

(via pessoaleila)

Dia 10 de Maio - REAGE! Um festival intermunicipal reunindo as bandas de minas! TRASH NO STAR - VINGANÇA DE JENNIFER - SAPAMÁ - DEVIR
arriba las que luchan!

Dia 10 de Maio - REAGE! Um festival intermunicipal reunindo as bandas de minas! TRASH NO STAR - VINGANÇA DE JENNIFER - SAPAMÁ - DEVIR

arriba las que luchan!

SEGUNDA - Primeiro show da Vingança de Jennifer em Canoas!!

SEGUNDA - Primeiro show da Vingança de Jennifer em Canoas!!

A ditadura militar no Brasil acabou…Mas não pros indígenas, quilombolas, pros moradores do complexo da maré, pros ocupantes da TELERJ e por aí vai…Pra entender um pouco mais:"As mesmas forças armadas que não têm coragem de assumir as torturas e mortes cometidas sob sua responsabilidade em centros de terror durante a ditadura. Foram corajosos contra homens e mulheres despidos de dignidade, amarrados em celas escuras, urrando de dor. Mas vão passar a covardes diante da História, membros de uma instituição que não consegue fazer uma reflexão sobre seu passado para planejar o seu futuro.[…]a certeza do “tudo pode” continua provocando vítimas em outras delegacias espalhadas pelo país e nas periferias das grandes cidades, onde a vida vale muito pouco. A tortura é ferida não curada e, portanto, segue a toda sendo praticada por agentes do Estado, principalmente contra a população mais pobre.”http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/03/31/golpe-de-1964-aqueles-que-sentiam-prazer-em-torturar-estao-por-ai/-Sobre o depoimento do Coronel Magalhães "Segundo o coronel, para evitar que fossem encontrados, os agentes dos serviços de repressão jogavam os mortos em rios, em sacos impermeáveis e com pedras de peso calculado. Isso impedia que afundassem ou flutuassem. O ventre da vítima também era cortado, evitando assim que inchasse e voltasse à superfície. O objetivo era criar condições para que o corpo fosse arrastado pelo rio. No caso de serem encontrados, os restos mortais dificilmente seriam identificados, porque os militares tomavam a precaução de arrancar as arcadas dentárias e os dedos das mãos, antes de lançá-los às águas."http://andradetalis.wordpress.com/2014/03/22/a-ditadura-nao-era-corrupta-era-a-corrupcao/-Sobre os povos indígenas e quilombolas e a ditadura militar Há vários entulhos autoritários corroendo nossos dias, como a Polícia Militar (que, se tem uma história anterior ao golpe de 1964, ganhou mais poderes na ditadura e os mantêm na democracia) e o “auto de resistência” (que serve para a polícia justificar a execução de suspeitos ou desafetos). […]Tão verdade que cria uma realidade paradoxal: uma ex-guerrilheira, presa e torturada pelo regime, é quem, na democracia, leva adiante o modelo de desenvolvimento da ditadura para a Amazônia.[…]O mais perigoso é sempre aquilo que não detectamos como perigoso, aquilo que se naturaliza como inevitável – e na Amazônia a violência de Estado tornou-se natureza.http://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/31/opinion/1396269693_200037.html-"Quando considerados os mortos indígenas relativamente à população das etnias, os resultados apontam para um genocídio. No Amazonas, os Waimiri-Atroari habitavam área em que o governo quis passar a rodovia Manaus-Boa Vista; perderam 75% de sua população entre 1971 e 1985. Os Panará (ou Krenhakarore), cuja saga inspirou uma música no primeiro disco solo de Paul McCartney (1970), estavam no traçado da rodovia Cuiabá-Santarém (Pará); eram cerca de 450 no contato, em 1973; em dois anos restavam 74 (-84%)."http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/159003-indios-as-maiores-vitimas-da-ditadura.shtml-Sobre a imprensa na Ditadura Militar"o Estado desempenha papel de controlador maior das informações. Mas não é só o Estado, é uma conjunção de fatores. O Estado não é capaz de exercer o controle, e sim a classe dominante, os donos. O Estado influi pouco, porque é fraco. Até no caso da censura, ela é dos donos e não do Estado. Não é o governo que manda censurar um artigo, e sim o próprio dono do jornal. Como havia censura prévia durante o regime militar, para muitos jornalistas ingênuos ficou a impressão de que eles e o patrão tinham o mesmo interesse em combater a censura”."http://www.cartacapital.com.br/politica/a-grande-impressa-apoiou-o-golpe-e-a-ditadura-e-nao-teve-papel-relevante-para-o-fim-do-regime-1979.html-Entrevista com Antônio Cechin sobre a atuação da Igreja na Ditadura Militarhttp://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/529710-igreja-entre-o-apoio-e-a-resistencia-ao-golpe-de-1964-entrevista-especial-com-antonio-cechin-"A Comissão Nacional da Verdade, criada para elucidar crimes cometidos durante o período acaba de completar um ano. Antes de seu encerramento em 2014, tem como uma de suas principais missões contar o que sofreram as mulheres que foram contra o regime. São brasileiras hoje na faixa do 60 anos, como as ouvidas por Marie Claire: vítimas de estupros, choques nos mamilos, ameaças aos filhos, abortos…"http://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2013/09/os-testemunho-das-mulheres-que-ousaram-combater-ditadura-militar.html

A ditadura militar no Brasil acabou…
Mas não pros indígenas, quilombolas, pros moradores do complexo da maré, pros ocupantes da TELERJ e por aí vai…

Pra entender um pouco mais:

"As mesmas forças armadas que não têm coragem de assumir as torturas e mortes cometidas sob sua responsabilidade em centros de terror durante a ditadura. Foram corajosos contra homens e mulheres despidos de dignidade, amarrados em celas escuras, urrando de dor. Mas vão passar a covardes diante da História, membros de uma instituição que não consegue fazer uma reflexão sobre seu passado para planejar o seu futuro.

[…]

a certeza do “tudo pode” continua provocando vítimas em outras delegacias espalhadas pelo país e nas periferias das grandes cidades, onde a vida vale muito pouco. A tortura é ferida não curada e, portanto, segue a toda sendo praticada por agentes do Estado, principalmente contra a população mais pobre.”

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/03/31/golpe-de-1964-aqueles-que-sentiam-prazer-em-torturar-estao-por-ai/

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Sobre o depoimento do Coronel Magalhães 

"Segundo o coronel, para evitar que fossem encontrados, os agentes dos serviços de repressão jogavam os mortos em rios, em sacos impermeáveis e com pedras de peso calculado. Isso impedia que afundassem ou flutuassem. O ventre da vítima também era cortado, evitando assim que inchasse e voltasse à superfície. O objetivo era criar condições para que o corpo fosse arrastado pelo rio. No caso de serem encontrados, os restos mortais dificilmente seriam identificados, porque os militares tomavam a precaução de arrancar as arcadas dentárias e os dedos das mãos, antes de lançá-los às águas."

http://andradetalis.wordpress.com/2014/03/22/a-ditadura-nao-era-corrupta-era-a-corrupcao/

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Sobre os povos indígenas e quilombolas e a ditadura militar 

Há vários entulhos autoritários corroendo nossos dias, como a Polícia Militar (que, se tem uma história anterior ao golpe de 1964, ganhou mais poderes na ditadura e os mantêm na democracia) e o “auto de resistência” (que serve para a polícia justificar a execução de suspeitos ou desafetos). 

[…]

Tão verdade que cria uma realidade paradoxal: uma ex-guerrilheira, presa e torturada pelo regime, é quem, na democracia, leva adiante o modelo de desenvolvimento da ditadura para a Amazônia.

[…]

O mais perigoso é sempre aquilo que não detectamos como perigoso, aquilo que se naturaliza como inevitável – e na Amazônia a violência de Estado tornou-se natureza.

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/31/opinion/1396269693_200037.html

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"Quando considerados os mortos indígenas relativamente à população das etnias, os resultados apontam para um genocídio. No Amazonas, os Waimiri-Atroari habitavam área em que o governo quis passar a rodovia Manaus-Boa Vista; perderam 75% de sua população entre 1971 e 1985. Os Panará (ou Krenhakarore), cuja saga inspirou uma música no primeiro disco solo de Paul McCartney (1970), estavam no traçado da rodovia Cuiabá-Santarém (Pará); eram cerca de 450 no contato, em 1973; em dois anos restavam 74 (-84%)."

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/159003-indios-as-maiores-vitimas-da-ditadura.shtml

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Sobre a imprensa na Ditadura Militar

"o Estado desempenha papel de controlador maior das informações. Mas não é só o Estado, é uma conjunção de fatores. O Estado não é capaz de exercer o controle, e sim a classe dominante, os donos. O Estado influi pouco, porque é fraco. Até no caso da censura, ela é dos donos e não do Estado. Não é o governo que manda censurar um artigo, e sim o próprio dono do jornal. Como havia censura prévia durante o regime militar, para muitos jornalistas ingênuos ficou a impressão de que eles e o patrão tinham o mesmo interesse em combater a censura”."

http://www.cartacapital.com.br/politica/a-grande-impressa-apoiou-o-golpe-e-a-ditadura-e-nao-teve-papel-relevante-para-o-fim-do-regime-1979.html

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Entrevista com Antônio Cechin sobre a atuação da Igreja na Ditadura Militar

http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/529710-igreja-entre-o-apoio-e-a-resistencia-ao-golpe-de-1964-entrevista-especial-com-antonio-cechin

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"A Comissão Nacional da Verdade, criada para elucidar crimes cometidos durante o período acaba de completar um ano. Antes de seu encerramento em 2014, tem como uma de suas principais missões contar o que sofreram as mulheres que foram contra o regime. São brasileiras hoje na faixa do 60 anos, como as ouvidas por Marie Claire: vítimas de estupros, choques nos mamilos, ameaças aos filhos, abortos…"

http://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2013/09/os-testemunho-das-mulheres-que-ousaram-combater-ditadura-militar.html

inspirada na mulher que chora quase todo dia as 8h da manhã no prédio do lado e acha que ninguém vê.
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desenho cansado

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Tags: Illustration

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